ASSUNTOS DIVULGADOS
NO IRRIGA-L *

UNESP Ilha Solteira - Área de Hidráulica e Irrigação

Assuntos referentes a Novembro e Dezembro

Instituto Nacional de Engenharia da Irrigação. Uma grande conquista!
29/11/2008 10:29
scrvlima@esalq.usp.br
Prezados membros do irriga-l!
É com muito prazer que venho informar que o Ministério da Ciência e
Tecnologia acaba de anunciar em Brasília o nome dos novos Institutos
Nacionais de Ciência e Tecnologia e dentre eles está o Instituto Nacional
de Engenharia da Irrigação, que teve como proponente a Escola Superior de
Agricultura "Luiz de Queiroz" - ESALQ/USP e como parceiros o Laboratório
de Ensaios em Equipamentos de Irrrigação, através do CEFETEC-CE e com a
participação do Instituto de Pesquisa e Inovaçao na Agricultura Irrigada -
INOVAGRI nas atividades de publicações, divulgação e difusão tecnológica.
A sede do novo Instituto será na ESALQ/USP, com recursos iniciais
aproximados em 3 (três) milhoes de reais para os três primeiros anos.
Após finalizados os três anos, essa nova Instituiçao passará por uma
avaliação e então continuará a receber mais recursos para o seu programa
direto do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) onde terá dotação
orçamentária da União.
O Coordenador da proposta é o Prof. Dr. José Antônio Frizzone - ESALQ/USP
que também é vice-presidente do Conselho Consultivo do INOVAGRI, assim
como será o Presidente do Comitê Gestor do novo INCT durante pelo menos,
os 5 (cinco) primeiros anos de funcionamento.
Em nome do INOVAGRI e do Laboratório de Ensaios em Equipamentos de
Irrigação - LEEI, parabenizamos ao Prof. Frizzone pelo feito que
certamente disponibilizará uma estrutura sem precedentes para a pesquisa
em irrigação no País. Agradecemos também ao Departamento de Engenharia
Rural da ESALQ/USP pela confiança em nós depositada para contribuir com a
concretização deste sonho.
Seguem abaixo alguns dados do projeto:
NOME PROPOSTO
Instituto Nacional de Engenharia da Irrigação
COORDENADOR
Prof. Dr. José Antônio Frizzone
SEDE
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA “LUIZ DE QUEIROZ” – ESALQ/USP
PARCEIRO/LABORATÓRIO ASSOCIADO
UNIDADE DESCENTRALIZADA DE SOBRAL - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
DO CEARÁ/ LABORATÓRIO DE ENSAIOS EM EQUIPAMENTOS DE IRRIGAÇÃO - LEEI
INSTITUTO DE PESQUISA E INOVAÇÃO NA AGRICULTURA IRRIGADA - INOVAGRI
COMITÊ GESTOR
José Antônio Frizzone (ESALQ/USP)(membro INOVAGRI)
Marcos Vinicius Folegatti (ESALQ/USP)
Rubens Duarte Coelho (ESALQ/USP)
Tarlei Arriel Botrel (ESALQ/USP)
Manoel Valnir Júnior (Instituto CENTEC - CEFET/LEEI)(membro INOVAGRI)
Assessores Internacionais
Bruno Molle (CEMAGREF – França)
Sênior Engineer, manager of french National Laboratory in Irirgation
equipment testing, Cemagref-Aix-en-provence, Covenor of the International
Network of Irrigation Testing Laboratories (INITL)
José Maria Tarjuelo (UCLM – Espanha)
Catedrático de Engenharia Agroflorestal da Universidad de Castilla – La
mancha. Diretor do Centro Regional de Estúdios del água (Albacete
-Espanha)
Luciano Mateos (IAS/CSIC - Espanha)
Investigador Científico Titular do Instituto de Agricultura Sostenible –
Consejo Superior de Investigaciones Científicas - IAS/CSIC
Assessor Nacional
Edson Eiji Matsura (UNICAMP)
Professor Titular da Faculdade de Engenharia Agrícola da UNICAMP
EQUIPE QUE PARTICIPOU DA ELABORAÇAO DA PROPOSTA
Coordenador: José Antonio Frizzone (ESALQ/USP)(membro INOVAGRI)
Vice-Coordenador : Marcos Vinicius Folegatti (ESALQ/USP)
Pesquisadores:
José Paulo Molin (ESALQ/USP)
Tarlei Arriel Botrel (ESALQ/USP)
Rubens Duarte Coelho (ESALQ/USP)
Sérgio Nascimento Duarte (ESALQ/USP)
Durval Dourado Neto (ESALQ/USP)
Jarbas Honório de Miranda (ESALQ/USP)
Osvaldo Rettore Neto (ESALQ/USP) ( membro INOVAGRI)
Manoel Valnir Júnior (CEFET-CE/LEEI) (membro INOVAGRI)
Sílvio Carlos Ribeiro Vieira Lima (INOVAGRI e Gerente Técnico do LEEI)
Waleska Martins Eloi - (CEFET/LEEI).
Tadeu Miranda de Queiroz (UNEMAT) e Membro do comitê de assessoramento
técnico do LEEI (membro INOVAGRI)
Raimundo Rodrigues Gomes Filho (UFG) e atual membro do comitê de
assessoramento técnico do LEEI (membro INOVAGRI)
Rodrigo Otávio Rodrigues de Melo Souza (UFRAM) e atual membro do comitê de
assessoramento técnico do LEEI
Aristides Martins dos Santos Neto, Tecnólogo em irrigação (CENTEC/LEEI) e
Técnico de Ensaios do LEEI (membro INOVAGRI)
Alunos de Doutorado da ESALQ/USP:
Cláudio Augustos Uyeda (membro INOVAGRI)
João Batista Ribeiro da Silva Reis
Allan Cunha Barros (membro INOVAGRI)
Mais informaçoes sobre este resultado pode ser visto nos link:
http://inovagri.blogspot.com/
http://www.esalq.usp.br/destaques.php?id=311
http://www.cnpq.br/saladeimprensa/noticias/2008/1127.htm
http://www.fapesp.br/materia/4688/noticias/sao-paulo-tera-35-novos-centros-de-excelencia.htm
Compartilho com todos do irriga-l esta grande conquista.
Atenciosamente.
Sílvio Carlos Rbeiro Vieira Lima

Re: Instituto Nacional de Engenharia da Irrigação. Uma grande conquista!
29/11/2008 19:57
fcmendonca@superig.com.br
Esta é uma grande notícia!
Transmito aqui os meus parabéns aos criadores e membros do INOVAGRI participantes da Irriga-L.
Sucesso a todos, e contem conosco sempre.
Fernando Campos Mendonça

Re: Instituto Nacional de Engenharia da Irrigação. Uma grande conquista!
30/11/2008 15:02
fernandobth@gmail.com
Boa tarde a todos!
A aprovacao do Instituto Nacional de Engenharia da Irrigação é mais uma conquista e ao mesmo tempo ferramenta em prol da modernizacao da nossa agricultura irrigada e do uso eficiente da água.
É fruto de sementes bem escolhidas, representadaas por profissionais não somente altamente qualificados, mas compromissados, plantio bem feito e adequadamente regado.
Parabens, recebam um forte abraço e sucesso! Estamos também muito contentes!
Fernando Tangerino

Re: Digest Irriga-l, volume 27, assunto 7
19/12/2008 11:59
marcosagricola@yahoo.com.br
Caros colegas, bom dia,
Ontem me deparei com uma situação nova que descrevo a seguir:
Um sistema de irrigação localizado com tubogotejadores autocompensantes
marca "X", vazão 2,3Lh-1, Pressão 5-30mca. Verificou-se que quando o sistema
é acionado deve-se fechar metade de um setor para que os gotejadores
atinjam 10mca de pressão e em seguida ir abrindo o restante do setor para
que mantenha-se esta pressão. Caso parta o sistema com todo o setor aberto,
o sistema não pressuriza, e em alguns setores o tempo de presssurização é de
até 1 hora. Ressalto que é uma area relativamente pequena (12 hectares).
Levantou-se a possibilidade de que os gotejadores podem estar com seu
sistema de autocompensação "desregulado", onde com baixas pressões hà a
existencia de um pico de vazão (sendo este pico uma carcaterística da curva
vazãoXpressão de gotejadores autocompensantes).
Gostaria de saber se vcs ja depararam com uma situação desta.....
Agradeço desde já as opiniões emitidas.

Re: Digest Irriga-l, volume 27, assunto 7
19/12/2008 13:03
jorge@nortecnet.com.br
Pezado Marcos Alves,
O que relata é possível de acontecer pelo menos por duas razões básicas:
1 - Erro de planejamento no projeto hidraulico associado ao desconhecimento do mecanismo de funcionamento da membrana auto-compensante;
2 - Desonestidade da empresa que montou o sistema , eventualmente associada também ao desconhecimento ( tiro no pé!!).( o barato saíu caro!)
Para que possamos afirmar que estes dois erros ou um dos dois erros estejam presentes, há que avaliar todo o projeto incluindo toda a rede de condução da água, suas perdas de carga e a capacidade e potência da motobomba. Um projeto de 12 ha não é assim tão pequeno e pode ter sido alvo de uma concorrência ("cega"), daquelas que privilegiam apenas o menor preço, esquecendo a qualidade hidraulica, muito comum esse descaso no mercado Brasileiro.
Se fôr aí que está o erro, e tem muito para se desconfiar, a montadora terá ignorado a necessidade de uma generosa dimensão de bomba e tubos que permitam o enchimento rápido de todas as mangueiras, com a consequência de ter feito uma montagem que nem deve ter nome de projeto.
As menbranas dos auto-compensantes assim como de reguladores de pressão têm de ter um excesso de pressão momentâneo no ato de inicio de funcionamento e isso se não ocorrer, comprometem-se todos os reguladores, que numa situação de não acionamento vazam mais que o previsto sob pressão adequada.
Ou seja, o que está em presença é, não um projeto mas um colapso hidraulico que para funcionar exige toda uma gambiarreira de procedimentos não consentâneos com o que se oferece para sistemas de distribuição de água, com a perfeição possível sempre de atingir, com a maior parte dos equipamentos de qualidade excelente que o mercado hoje dispõe.
Pelas caracteristicas que descreve dos gotejadores, devemos estar em presença do gotejador da Plastro ( Katif) que atende a esses valores de 2,3 l/h e intervalo de funcionamento entre 5 mca e 30 mca.
Qualquer gotejador desse tipo tem as mesmas necessidades de um acréscimo de pressão para bom funcionamento.
O enchimento lento poderá estar relacionado com a "barateza" do orçamento em que, diâmetros de rampas , linhas laterais e linhas principais, devem estar erradas, assim como o comprimento das rampas devem estar compridas demais.
Uma análise sumária do projeto revelará tudo isso. Presumivelmente a "desregulagem" do gotejador é desculpa do culpado pelo erro.
Atenciosamente
Eng° Jorge de Sousa

Re: Digest Irriga-l, volume 27, assunto 7
22/12/2008 09:26
pretoluis@hotmail.com
Marcos:
De longe só podemos dar palpites. Se você colocou o problema na lista, considero que já checou as opções mais óbvias.
Verifique o perfil do terreno por onde passa a tubulação pressurizada. Se houver possibilidade formação de bolsões de ar, você achou o problema.
abraço
Luis Preto

 

 

 

 

 




 
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